segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Cá estamos

Cá estamos neste jardim à beira-mar plantado, onde as flores vão murchando.
http://educar.wordpress.com/2010/02/01/o-problema-mario-crespo/

Onde saiu e não saiu a notícia - verdadeiro blackout:
http://fliscorno.blogspot.com/2010/02/mario-crespo-onde-saiunao-saiu-noticia.html

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Lucidez contínua

Texto de Santana Castilho no MUP

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Muita neve...

video

Com a escola fechada até me pude dedicar a fazer videos das filmagens que vou fazendo.

Já em atraso desde Agosto...

domingo, 10 de janeiro de 2010

Magnífico

E não pára de nevar...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Abandono escolar -> desinteresse familiar

«[...]dados recentes mostram que, nos EUA, Canadá, Grã-Bretanha e Suíça, os filhos dos emigrantes portugueses estão também entre os que obtêm resultados escolares mais baixos entre as comunidades estrangeiras. Para Hermano Sanches Ruivo, responsável pela primeira associação de luso-descendentes criada na Europa, a Cap Magellan, a reprodução desta situação deve-se em grande parte ao facto de muitas famílias continuarem a não valorizar o papel da educação. “Para muitos, educação é os filhos fazerem o que eles fizeram”, comenta ao PÚBLICO. “Não têm tempo para acompanhar os filhos, não gastam dinheiros em aulas suplementares para compensar atrasos. Os jovens, por seu lado, têm como preocupação começarem a trabalhar o mais rapidamente possível.”
Também o organismo que coordena os serviços escolares na Suíça (CDIP) apontou, em 2007, o dedo às famílias. Os fracos resultados escolares das crianças portuguesas devem-se “ao desinteresse total dos pais em acompanhar” a educação dos filhos e à “origem sócio-cultural modesta” destes, afirmava-se num documento que suscitou a indignação dos representantes portugueses naquele país.[...]»
Alguém duvida deste determinismo? Quando a família não quer saber, que aluno quer? A excepção faz a regra...

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Como roubar e chamar-lhe «contenção»


Quantos anos me roubaram e onde usaram o meu dinheiro?
De acordo com o velhinho 139/99, estaria agora a passar para o antigo 9.º escalão, índice 299, vencimento bruto de 2718,99.
De acordo com a primeira versão sinistra estaria no 5.º, índice 235, vencimento bruto de 2137, desde 2007.
De acordo com o 270/2009, desde 2006 e na eventualidade de ter concorrido a titular já no 6.º escalão no índice 245.
A verdade é que este meu especialíssimo escalão durou 6 longos anos e mais uns meses e, em vez de ir para o índice 299 como há uns anos esperava, vou para o 235.
Quantos magalhães paguei eu?
Que percentagem do que não recebi foi para o BPP?
Já pensaram quanto vou dar para o TGV?
Qual a minha contribuição directa para o fabuloso Plano Tecnológico da Educação?
Que escola está a ter as obras financiadas por mim?
Eu gosto de dar, e contribuir para o meu país também, mas também gosto de saber onde gasto o dinheiro...
Em plena época de Natal, lembrei-me que gostava de saber a minha exacta contribuição para o bem de todos em detrimento dos meus mais próximos.
Como sabe do que fala Santana Castilho! A lucidez é já tão rara...

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Belo paralelo...

Uma questão de honra
de Mário Crespo no JN

Mark Felt foi um daqueles príncipes que o sólido ensino superior norte-americano produz com saudável regularidade. Tinha uma licenciatura em Direito de Georgetown e chegou a ser uma alta patente da marinha dos Estados Unidos. Com este formidável equipamento académico desempenhou missões complexas no Pentágono e na CIA.
Durante a guerra do Vietname serviu no Conselho Nacional de Segurança de Henry Kissinger. Acabou como Director Adjunto do equivalente americano à nossa Polícia Judiciária. Durante vários anos foi Director Geral interino do FBI. Foi nesse período que Mark Felt se tornou no Garganta Funda. Muito se tem escrito sobre as motivações de um alto funcionário do aparelho judiciário americano na quebra do segredo de justiça no Watergate. Todo o curriculum de Felt impunha-lhe, instintivamente, a orientação clássica de manter reserva total sobre assuntos do Estado. Hoje é consensual que Mark Felt só pode ter denunciado a traição presidencial de Nixon por uma razão. Para ele, militar e jurista, acabar com o saque da democracia americana era uma questão de honra. Pôr fim a uma presidência corrupta e totalitária era um imperativo constitucional. Felt começou a orientar em segredo os repórteres do Washington Post quando constatou que todo o aparelho de estado americano tinha sido capturado na teia tecida pela Casa Branca de Nixon e que, com as provas a serem destruídas, os assaltos ao multipartidarismo ficariam impunes. A única saída era delegar poder na opinião pública para forçar os vários ramos executivos a cumprir as suas obrigações constitucionais. Estamos a viver em Portugal momentos equiparáveis. Em tudo. Se os mecanismos judiciais ficarem entregues a si próprios, entre pulsões absurdamente garantisticas, infinitas possibilidades dilatórias que se acomodam nos seus meandros e as patéticas lutas de galos, os elementos de prova desaparecem ou são esquecidos. Os delitos ficam impunes e uma classe de prevaricadores calculistas perpetua-se no poder. Face a isto, há quem no sistema judicial esteja consciente destas falhas do Estado e, por uma questão de honra e dever, esteja a fazer chegar à opinião pública elementos concretos e sólidos sobre aquilo que, até aqui, só se sussurrava em surdinas cúmplices. E assim sabe-se o que dizem as escutas e o que dizem as gravações feitas com câmaras ocultas que registam pedidos de subornos colossais. Ficámos a conhecer as estratégias para amordaçar liberdades de informação com dinheiro do Estado. E sabemos tudo isto porque, felizmente, há gente de honra que o dá a conhecer. Por isso, eu confio no Procurador que mandou investigar as conversas de Vara com quem quer que fosse. Fê-lo porque achou que nelas haveria matéria de importância nacional. E há. Confio no Juiz que autorizou as escutas quando detectou indícios de que entre os contactos de Vara havia faces até aqui ocultas com comportamentos intoleráveis. E, infelizmente o digo, confio, sobretudo, em quem com toda a dignidade democrática e grande risco pessoal, tem tomado a difícil decisão de trazer ao conhecimento público indícios de infâmias que, de outro modo, ficariam impunes. A luta que empreenderam, pela rectificação de um sistema que a corrupção e o medo incapacitaram, é muito perigosa. Desejo-lhes boa sorte. Nesta fase, travam a batalha fundamental para a sobrevivência da democracia em Portugal. Têm que continuar a lutar. Até que a oposição cumpra o seu dever e faça cair este governo.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

1.ª entrevista

Gostei muito do discurso...
Espero que tenha poder para fazer.


Metas por ano! Até que enfim ouvi aquilo que repito há anos....
Os alunos têm de perceber o que é a autoridade do adulto...
Horários...
...
Haja Deus!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Hei-de já retirar o que ontem disse?

...Estas medidas, que são congruentes e não avulsas, consolidadas, (???)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Nova Ministra


Embora não o seja agora, já foi professora...
Bom augúrio!

Quem vê caras, não vê corações. Mas eu gosto da cara.
Creio, no entanto, que irá ao engano.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pedagogias

Há algum tempo que não tinha alunos novinhos...
Este ano tenho uma turma de 9.º.

Depois de uma entrada «à antiga», cheia de regras, sem sorrisos, para os ter mais ou menos controlados, ao fim de três semanas, lá os vou, devagarinho, conhecendo e as brincadeiras e bom humor a começarem para os manter interessados e atentos.
Hoje, porque reparei no comportamento displicente de um dos alunos, que ainda não fez um único tpc e está nas aulas literalmente encostado, resolvi indagar junto dos outros profs se ele «era» assim com eles...............
Surpresa! Passou do sétimo para o oitavo já «empurrado» e o ano passado com 7, 7 negativas, passou para o 9.º.
Parece que haverá problemas familiares...
Ora cá está. Porque raio haveria ele de se chatear, por que razão haveria de fazer uns míseros trabalhitos, se não precisa de fazer nada para passar?
Bela filosofia, esta do «coitadinho». Que grande ajuda lhe deu o CP quando resolveu passá-lo! Todos os problemas desapareceram por ele passar de ano sem fazer nada.
Que vontade ele tem, agora, de trabalhar! Que motivação ele sente, agora, para se tornar melhor aluno!
Sim senhora!

domingo, 27 de setembro de 2009

Grande vitória do PS!


Afinal, SÓ perdeu 24 deputados!

Regojizo do PS, porquê?



ainda provisório...

Passou ainda agora aqui uma caravana a apitar... Na dúvida, fui ver quem era. Podia ter ganho algum clube de futebol e eu não saber.... Afinal passaram com bandeirinhas do PS! Tá tudo maluco. Estão contentes exactamente com o quê?

Castelo Branco


O meu voto, aliado ao facto de ter conseguido não riscar o «post scriptum», deu resultado:

sábado, 26 de setembro de 2009

Uma música com letra riquíssima:


Quase tão rica como o discurso político.
Estou mortinha por ir pôr a cruz. Pena que não possa riscar a sigla de Post Scriptum no boletim...

sábado, 12 de setembro de 2009

Voto útil

http://primeirofax.wordpress.com/2009/09/10/voto-util-contra-o-ps-de-socrates-actualizado/

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

PÊ-É-SE!
PÊ-É-SE!
PÊ-É-SE!
PÊ-É-SE!

domingo, 19 de julho de 2009

Na vanguarda

8.º ano - quase tudo com negativa. O que acontece? Vai para o 9.º

http://mobilizacaoeunidadedosprofessores.blogspot.com/2009/07/realidade-da-escolaque-muitos.html

O governo já pode acabar com as novas oportunidades.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Gargalhada e os Critérios

Ministra responsabiliza comunicação social pela baixa a Matemática
http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390758&idCanal=58

A média a Português dos alunos internos e externos subiu de 9,7 para 11.1. Mas ao longo do dia foram muitos os estudantes a dar conta de que, afinal, se passara algo de que não estavam à espera com este exame que tinham intitulado de “muito fácil”, quando da sua realização no passado dia 16. Sobretudo entre os bons estudantes, as notas ficaram muito aquém do que estavam à espera. Foi a segunda surpresa do dia.
Questionado pelo PÚBLICO, o assessor de imprensa do Ministério da Educação informou ao princípio da noite de que não tinham sido ali recebidas quaisquer reclamações ou pedidos de esclarecimento. Uma professora correctora indicou, pelo contrário, que tem conhecimento de vários relatórios enviados ao Gabinete de Avaliação Educacional pelos docentes que corrigiram o exame de Português B, dando conta de dúvidas e objecções tanto em relação a algumas questões da prova, como aos critérios de correcção.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Concordo

Só fazem falta os que cá estão

domingo, 5 de julho de 2009

Elitismos?

É claro que não. Esta é a minha visão, baseada na minha própria experiência.
refere-se o despachozito - mais um - que infere que há escolas que discriminam alunos.
Na minha escola, ao fazer-se aquelas análises de início de ano sobre as turmas, verifica-se que cerca de 90% dos pais não vai além do 6.º ano. Quando um dos directores de turma de uma das minhas filhas, na 1.ª reunião do ano connosco - os encarregados de educação - fez uma leitura dessa análise, fiquei a saber que 80% dos pais dessa turma eram licenciados. Até sorri ao perceber a diferença. Duas realidades próximas, a cerca de 15 km, e TÃO distintas. Será que escolhem alunos? É claro que não, pois conheço bem muitos colegas que por lá estão. Uma é central, na cidade, outra numa vila, meio ainda eminentemente rural.

Nada de novo...

Através do José Luis Sarmento, cheguei a este link que nada diz de novo. Apenas confirma aquilo em que acredito e que mantenho diligentemente aqui no blog no lado direito: in the history of education, no educational model has ever been documented to achieve such positive results with such consistency across so many variable sites as Direct Instruction.
Diz-nos a notícia It should be said that Mr. Willingham, a psychology professor at the University of Virginia, is not in favor of merely making learning "fun" or "creative." He advocates teaching old-fashioned content as the best path to improving a student's reading comprehension and critical thinking. Such a view makes Mr. Willingham something of an iconoclast, since 21st-century educational theory is ruled by concepts like "multiple intelligences" and "learning styles."
É o grande problema que as Ciências da Educação trouxeram para a escola: a visão romântica de que aprender deve ser 'divertido'. De 'diversão' em 'diversão' chegamos à indisciplina crónica e à inevitável incapacidade de concentração necessária para chegar ao thinking abstractly, cansativo e maçador. Depois concluimos que miúdos perfeitamente normais são hiperactivos e habituamo-nos ao 'cada vez aprendem menos' como se fosse normal e cada vez 'exigimos' menos.