sexta-feira, 24 de novembro de 2006

TLEBS (de novo)

A garantia foi dada ao DN por Ramos André, adjunto do gabinete da ministra da Educação. Segundo explicou, a decisão depende de um conjunto de factores, desde "os resultados obtidos pelos alunos abrangidos pela TLEBS, em comparação com os restantes", ao conteúdo de "um conjunto de pareceres solicitados a especialistas pelo ministério".
Este responsável adiantou ainda que, mesmo que a generalização venha a ser a opção seguida, esta só poderá ocorrer "quando os professores se sentirem preparados e seguros sobre esta opção". (o verbo está mesmo no futuro??)


As contradições de quem me tutela fazem-me duvidar da minha sanidade. Mas que ‘organização’ é esta que cada vez que se telefona a colocar questões sobre a aplicação da TLEBS a resposta difere de quem se aventura a responder?
Então AGORA ainda está em experimentação? O ano passado massacrei os alunos com ela porque me disseram que era para aplicar. Leia-se o que na altura escrevi: aqui, aqui, aqui, aqui ou aqui.
É ÓBVIO que tem de ser revista, corrigida, pensada ANTES de integrar as práticas. Só quem quer mostrar serviço pode fazer tanto disparate junto.
Os manuais não são desculpa. A larga maioria dos de 7º está cheia de 'erros' (se considerarmos a TLEBS...)
Poupem-me a tanta incongruência!
Valham-nos os cérebros com voz e quem os alertou!

3 comentários:

soledade disse...

Perplexidade, como tu, e sentimento de ultraje.

Paulo G. disse...

O único problema terá sido de comunicação, pois devem ter-se esquecido de explicar aos autores da TLEBS o que significavam as últimas letras da sigla: ENsinos Básico e Secundário.
Vai daí e pensaram que estavam a fazer a derradeira obra de erudição linguística da espécie humana.
E foi o que se vai vendo.

(educar.wordpress.com)

emn disse...

:) estamos como me disse hoje um amigo 'entregues à bicharada'.